domingo, 25 de maio de 2008
COMPLEMENTARIDADE
sexta-feira, 23 de maio de 2008
beijos
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Um Novo Olhar
TRÊS APARIÇÕES
domingo, 18 de maio de 2008
um não acaso
CRÓNICA (I)DIÁRIA
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
um caso
domingo, 23 de setembro de 2007
meio sem jeito
Teu email é tão bonito, fico assim "meio sem jeito", nem comento.
Amo-te, no que de melhor tem a vida, no que desse melhor nós, por momentos, sentimos fazer parte. Aí mergulhados, nesse nó de nós, conseguimos imaginar e pensar que a vida permite e dá, a Arte.
O que há de especial nas pessoas especiais? São únicas e bastam-se a si mesmas (pelo menos para nós), o especial é esse nó que temos com os outros, quando é mesmo especial, nunca se desata. O que há de especial nas pessoas especiais é sermos nós... com elas.
O que há de especial é descobrir no outro... um ser "único": alguém que nos preenche, alguém que, de certo modo, às vezes ou sempre, complexo (mesmo quando parece a coisa mais simples e predestinada), nos preenche.
Não tão grande como o teu, mas é tão denso que espero diluas e nele brilhem luas de hoje a outros dias. Por isso penso revisitar as nossas cartas, como possam ser... especiais.
«Amo-te, no que de melhor tem a vida»!
Se não descobrirmos como pode ser belo o que escrevemos sentindo as coisas mais simples, os momentos mais íntimos, então está a escapar-nos, permanentemente, o mais importante de tudo: a saúde -, senti-la, tê-la, vivê-la - mental, corporal, espiritual. Fazer das pequenas banalidades grandes coisas e procurar o vice-versa a ver se versa: as grandes coisas das pequenas coisas.
sábado, 22 de setembro de 2007
Assim seja 1
Aprendemos à cerca (podes traduzir por "sobre"...) da nossa pessoa, assim sabemos que "a nossa pessoa" é muito parecida com as outras todas, por mais diferentes que nos possamos sentir. Neste momento dei voz a uma ideia que me surge abstracta, estou longe de me sentir diferente seja do que for: sinto-me igual a coisa nenhuma, tenho ideias de pedra, escrevo como uma couve, a costureira que me contava contos infantis quando eu era criança dir-me-ia que não podia contar história nenhuma por qualquer necessidade de se pôr a costurar à máquina. Mas não te importas, pois não? Vou escrever o que aprendi, se não escrevemos quando não nos apetece, o mais fácil é não nos apetecer enquanto não nos apetece. Não tendo nenhuma certeza apontando para um motivo que permita pensar ser bastante o esperar, o melhor é aproveitar logo que podemos: o quê?, escrever.
Nestas situações conseguimos ser interessantes, por que divagamos e não controlamos o discurso, criamos um curso que é absorvido rapidamente pelo deserto. Ou, o interessante é este outro aspecto, damos a ler a abstracção das ideias: o pensamento entregue à sua natureza onírica, algo em nós sonha a pessoa que somos mesmo quando estamos a dormir.
Escusas de fazer muita fé no que escrevi, isso deve acontecer com a natureza consciente do nosso inconsciente. Sentes que é verdade, sentes que se não responderes tudo o que está escrito se dissolve e mergulha na areia e este grande rio onde escrevo para que possas mergulhar os pés, o corpo todo, abrir as pernas para sentir a corrente acariciando o interior das coxas, debaixo dos braços e o peito, até atingir a sensibilidade do pescoço e cabelos soltos que tenhas e sejam penteados...
Um abraço "quebra-costelas" folgado, só para sentir a respiração custar e depois encher o peito de prazer até atingir o máximo onde se represa a respiração e mergulha. Aí deitamos fora o ar e nos beijamos na boca, respiramos pelo nariz e, sem pressa, entreabrimos os lábios, beijamos mais e melhor, sentimos a frescura da saliva a correr da nossa boca na nossa boca vindo da boca do outro, pura e fresca, suco suculento que queremos penetrar, saborear e assim, desse modo acordam as línguas e dançam enrolando-se uma na outra e nós, um no outro, esse nó dum abraço transformado em carícias a percorrer os corpos de prazer.
Assim seja: Ámen!
"La petit" - a pequena
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
o conto que... 6
«
o que vou escrever?
Quero voltar a uma fase de frases, chegar aqui e pensar "o que vou escrever?": esta (frase), este (breve texto), isto (dado a ler).
»
Foi hoje, podia ser outro dia. Não gosto de escrever e ver desconfigurado o que escrevi, perdi o gosto por aqui!
Vejamos, segui a ligação e cheguei à frase!...
Do conto, ver o que contei? Tal vez... vai ser já a seguir.terça-feira, 17 de julho de 2007
o conto que...5
sexta-feira, 6 de julho de 2007
o conto que... 4
quinta-feira, 5 de julho de 2007
05.07.07
terça-feira, 3 de julho de 2007
o conto que... 3
03.07.07
domingo, 1 de julho de 2007
sábado, 30 de junho de 2007
30.06.07
sexta-feira, 29 de junho de 2007
29.06.07
o conto que... 2
Quem não me conhece, como é que me interpreta?
Conhecemos na medida em que começamos a interpretar!
Pode haver muitos narradores, cada um acaba por ler a sua história...
A história de todos - é a história de cada leitor.
Imagine uma lista de aforismos, o mais fora de todos qual se_ria :) este?
Só nos contam uma história quando..., dá que pensar, aceitamos (sem pensar) a ficção da história.
Cada narrador é uma descoberta, um conhecimento, um encontro.
Numa história com vários narradores, o criador é... o Criador?
É sempre - o leitor a lei, a leitura - a Lei: a escrita por escrever o espírito da Lei, a letra (não é letra morta...) dá-lhe forma.
A Lei é sempre dogmática, uma opinião sem argumentos para lá dos seus.
Há sempre um primeiro narrador, tentarei lá chegar!
O link que deixei, depois de falar em jogo narrativo, leva-nos lá:
http://www.meublog.net/adelaideamorim/arquivos/2007_06.html#000439
O Ery Roberto já deve ter postado a continuação (dele) do conto do Milton.
Milton, é o nome do primeiro narrador, segui-lo-emos.
