domingo, 10 de junho de 2007

2ª frase célebre

Mais um dia... "Acredito com todo o meu coração que a América ainda é "a grande idéia" que inspira o mundo. É um privilégio ter nascido aqui. É uma honra torna-se um cidadão daqui. É uma dádiva constituir família aqui, votar aqui e viver aqui. "
Arnold Schwarzenegger
Como este é um blog democrático, discordo da frase, discordando do autor. Discordando que isto possa ser uma "frase célebre", a não ser que tantos como eu a tenham vaiado e tornado célebre. O que não é caso para tal, cada um tem os previlégios que sente(?)... Aqui voltarei, para acrescentar o "diário elementar"; fica cheio de "frases célebres" :) Acabei a primeira página! A este ritmo isto está difícil... 18:32h Acabei a segunda página!! Mas ainda faltam 32 19:36h Fiquei no 41, já vou em Maio 2005!!!

sábado, 9 de junho de 2007

diário elementar

Diário complementar... Encerrei um ciclo publicando: na categoria homenagens, uma despedida. Passarei para as leituras... Aqui as irei escrevendo, criando este "diário elementar".

1ª frase famosa

"Projetos conjuntos têm mais chance de sucesso quando se beneficiam de ambos os lados", Eurípedes

Parece uma frase dum homem observador que viveu em sociedade, começam a falar dele assim: «Pouco se sabe de sua vida, mas parece ter sido austero e pouco sociável.»,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurípedes

Juntei hoje ao Layout - Frases Célebres

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(a)3

“contornos na recta” Não hesitei, gostei do título! A geometria assumindo a fantasia, fantástico! Depois do título vem o poema, uma arquitectura, um discurso... Teu poema diz o curso da(s) palavra(s) em teu pensamento moldado de sensibilidade: habilidade quase artesanal, arte na idealização. E, fica tudo dito, ter ideias é a melhor ideia!... Irei continuando estas frases, aliando à leitura a escrita. Feita (a) lida, está dita: tida... de_tida! (05-05;14) Dou por mim a pensar que a leitura sairia envergonhada se dela não deixasse letras que não estavam antes escritas, mas é nessas que re_pousará esta memória "Para clarear a noite/ Que acorda em meus olhos"!... (05-05;15) O efeito dum título ou a importância dos nomes: troquei “a experiência da arte moderna” com 5 leituras em 14 dias (duas semanas) por “a arte desolada”, isto antes e durante: no nome e no corpo do texto! Junto-lhe este efeito do contágio que não sei se funcionará, quem saindo daqui procurará a “crónica”? Veremos... (05-05;16) Comentário sem ser a favor, nem pelo contrário, vivendo o interior deste cenário! Leio e penso, es_cre_vendo... Creio, acredito, aceito, assento a ideia: a importância de ler por aqui, neste espaço que se deseja para a leitura e a escrita. Vou registar uma primeira impressão, a escrivaninha é um local de escrita. Estou escrevendo porque, percebendo e aceitando o seu ponto de vista, resolvi passar a vir aqui escrever aproveitando esta realidade: procurando o encontro entre leitura e escrita, saio aqui de cena. Abraço. (05-05;17)

http://recantodasletras.uol.com.br/frases/9898

12

(a)2

Vejo o seu colar no espelho: vejo dois colares, a imagem no espelho e o colar pendurado. (01.04;10) Ela poderá ler a frase no meu caderno, não sei quem a lerá depois da ter passado. Tu lerás, estás a ler - o Presente abre o Passado ao Futuro… (01.04;11) Depois da escrever pode ler-se de colar ao pescoço ou enrolado nos dedos, no pulso, atado ao cabelo apanhado - espelho a sua imagem. (01.04;12) Em vez de vir só “marcar presença” escrevendo, parei vendo, lendo teu último poema; o último texto neste Recanto e decidi - marcar presença… Parabéns! (01.04;13)

http://recantodasletras.uol.com.br/frases/9049

11 – MARÇO 2005 (11 publicações)

des(a)sossego

0 o corpo, o tiro, a vida, a morte. Virou o revolver para a cabeça e deu um tiro, o barulho pareceu-lhe desproporcionado. O corpo sofreu o impacto na testa, o olhar viu o teto, dobraram-se os joelhos e caiu desamparado, foi até agradável sentir o corpo a sentir e deixar de sentir: de repente tudo. (29.03.00) 1 o livro do des(a)sossego. Morri, como corpo, logo no primeiro capítulo, com um tiro na testa (dado pelo corpo?). Agora dediquemo-nos à vida do espírito, inventemos a alma (sobra sempre o mistério!). (29.03.01) Esta história está contada no primeiro dos A_nexos, uma frase que podem procurar na escrivaninha. Quanto às notações utilizadas nesta colecção, como leitor usá-la-ia de forma suplementar, deixando-a para suplemento. Como escritor, como tenho das escrever, sempre vou adiantando que, brevemente, a 29.03.04, a explicação será dada. (29.03.007) 2 a colecção Imaginei isto como uma colecção de textos, como se fossem cromos. Vou-os colando aqui, conforme me for dando na caderneta. O corpo pertencia a um u_tente do MIP (Most Important People). (29.03.02) 3 Dadá Dada a estranheza possível, é bom segui-la: ver www..., MIP! O aspecto policial assumido deste o primeiro instante, fica as_sumido: brincar com palavras é tramado! (29.03.03) 4 as datas. Ler qualquer coisa é entender essa qualquer coisa, vou pois dar + leitura. Contrariamente ao dd-mm-aa (dia-mês-ano), o ano dá lugar a uma sequência que há-de ultrapassar os 365, para lá de bissexto! (29.03.04) 5 os A_nexos Os nexos são tantos quanto os necessários, serão A_nexos, faremos os possíveis para que sejam, pelo mínimo, alguns. Acabo de chegar ao dia de hoje... 29.03.05 (29.03.05) 6 Não vale... Não vale a pena complicar muito as coisas, principalmente quando é fácil. Cheguei à ilha em 1984/85, notação que designa os anos lectivos que se desenvolvem abrangendo de forma incompleta dois anos civis. Em 1984 iniciei uma carreira, ser professor! (29.03.06) 7 A ironia... A ironia a ir unia alguma coisa, ficando é bom que una na mesma! O anterior 007 passa agora a 08, entrando na sequência natural de números reais (já que a série começa no 0). (29.03.08) 8 Para já... Para já não me apetece contar histórias nenhumas, deixarei isto continuar como um diário de i_nu_til_idades. Debaixo do til, escrevo acção (des_mesurada vontade de pôr bandarilhas)!! (29.03.09)

http://recantodasletras.uol.com.br/frases/8646 + 1 Alessandra Espínola

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24 de Março de 2005

“Seduzido”, ontem apaguei esta poesia. A experiência do poema reduzido a comentário... que ninguém quis ler, deixo-o desaparecer. A verdade é querer hoje, ou amanhã..., escrever mais uma carta. Abri espaço para mais um texto, ficando este a ser... o texto dez. A escrivaninha, a arrumação, alguma organização... Em dez vou escrever quatro cartas, as suficientes para... lendo-as, as ler. É tarde e não apetece escrever, estive a passar uns poemas para manter o blog actualizado... amanhã; blog que vou pôr no perfil. Aos poucos habituar-me-ei à ideia de ter um blog, do Assim. Hoje ainda vou ler mais duas ou três folhas de “A Intenção Filosófica”, do Joseph Vialatoux. Entretanto transcrevo: «O homem é autónomo e heterónomo: autónomo em tanto que sujeito racional que participa de uma razão transcendental, universal e legisladora; heterónomo, em tanto que sujeito sensível individual. É erradamente, portanto, que se afirmaria do homem quer a autonomia sem heteronomia, quer a heteronomia sem autonomia. Tem de se afirmar a autonomia da razão trancendental e a heteronomia da sensibilidade individual; e a participação do homem numa e noutra». Numerar os textos: 1. estar (poesia) 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Apaguei a poesia, mas é fácil recuperar as suas palavras: ....

http://recantodasletras.uol.com.br/cartas/8154

9

sin_t_onia

Arte não é despir-te e enterrar-me todo, ainda ficando fora de ti a maior parte do corpo. Arte é fazer-te revirar os olhos, cantar e grunhir, gozando sensações como quem vive uma sinfonia!... - Já podes começar a ler, disse, enroscando-se toda. Comecei por escrever "sin_t_onia": sinto união, (sim com n de n vezes)) "sin" (...to te...) "t" (e) "onia"... Tirou-me da boca e disse: - Lê só o que está escrito, sem fazer descrições. Disse isto como se fosse uma sentença transitada em julgado, deu o melhor uso à boca, fechou os olhos e ficou à espera, sabendo que a estava a descrever. Como quem lhe conhece o corpo de cor, com uma carícia no pescoço, um roçar leve de dedo, a fiz beijar correndo a língua, escorrendo da língua, morrendo de gozo!... Exagero, porque, na hora do conto, o que conta são as palavras. Uma festa descendo em seus cabelos não pode distrair a audição, nem me atreva a mexer as pernas alterando o equilíbrio perfeito do calor distribuído. Sobretudo é importante que as pausas sejam quase ininterruptas, uma após outra, determinando um ritmo estranho e intenso como a pose para o retracto deste trato entre ficção e realidade. Pode ficar suspenso mas, quando cair, ainda é o mesmo movimento lento. Sem pressa, onde o vagar continua a retirar o vazio de forma manual. Onde fui escrevendo, palavra a palavra, enquanto no banho agora te perfumas... Eu procuro sentir a tua respiração, o teu corpo a estabelecer com o meu uma hematose cutânea, uma osmose vital deslizando até me vires beijar o pescoço e aninhar debaixo da asa... O dizer inventa-se, entre parágrafos beijamo-nos apaixonados, com o texto conhecido nas suas certezas e in_decisões. A necessidade de escrever a transpor-se no desejo, continuando como ele vem da vontade de continuar a viajem iniciada, insaciada ainda. Hoje fiquei de dizer tudo o que fazemos, de forma visual, como se fosse o guião dum filme erótico. O conto acaba, onde começa.
http://vertoblogando.blogspot.com/2005/04/mapa-1.html

http://recantodasletras.uol.com.br/visualizar.php?idt=7502 + 1 Maria Goreti Andrade Carneiro Dias

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a arte desolada

Para isto ser uma crónica tinha que ter acontecido, aconteceu. Eu, o texto e as circunstâncias de tão circunstanciais são estas: lia um jornal e deu-me para escrever sobre... isto. A quem já não coube a experiência de visitar exposições onde nos detemos perante "a arte desol_ada"? Olhar à descoberta ou descobrir o olhar a descobrir? Pensar qual o "olhar" do autor ou cultivar o insólito, procurando dar-nos o gozo pessoal da solidez dum "olhar" que será nosso mas sem qualquer critério de posse ou de desejo, uma evanescente experiência do momento? Traço um rumo sobre um tema onde a ambiguidade veio para ficar, só tem alguma coisa para dizer quem não está à espera de comunicar coisa nenhuma? O confronto com a realidade dá-nos características próprias do fenómeno, abordemo-las procurando particularidades. A promoção da arte, a arte hoje pertence ao mercado de consumo. A peça fica bem, adquire-se como bem estético, não fica bem, bem?... Adquire-se para investimento. Não terá sido sempre assim, nunca como hoje. Estamos perante uma sociedade tão... coisificada, moldada por modas? As obras são expostas com comentários onde a opinião do artista deu lugar à presença dum crítico que disserta, às vezes sem qualquer enquadramento teórico sobre a expressão da arte praticada. O jogo das evidências é enunciado pelos nomes das cores, das formas, dos espaços... Não há nada a dizer, tudo o que se diga ocupa o espaço do dizer, substituindo o olhar pelo olhado. A realidade é... à frente, atrás, aos lados, acima e abaixo, atravessa diagonais, deixa cortes e alçados, dá-nos a planta das coisas, diagramas, gráficos e escalas, cuja leitura torna mensurável o objecto: a (sua) realidade... O vazio deixou de ser uma qualidade, passou a condição, ocupa uma centralidade na produção das ideias, é uma forma de pensar a própria realidade transformada em deserto (minimal, repetitivo)... Não sou estranho a tudo isto, sou tudo isto. Transcrevo sem escrever quem escreveu, recuso tornar a realidade real. Situo-me como não-eu, transcrevo: «O olhar não identifica as formas, funde-se nelas e reclama-as como figuras onde se alterna entre o fundo e a forma, o dentro e o fora, a leitura e o lido. De modo a ser visível a invisibilidade dum acabamento definitivo, capaz de determinar uma conclusão: tudo nos pede a mutação!» O espaçamento entre parágrafos corresponde à continuidade de descontinuidades, permite mais este supér_fluo comentar... As aspas situam um citar sem citado, mais um final que resolvi ultrapassar.

http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/7331 + 1 Victoria Magna

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20 de Março de 2005, Coimbra

Acordo na minha cidade. Esta carta, em registo diarístico, ando-a a pensar em mim, há três ou quatro dias. Prende-se com dizer quem sou. Quero pois pensar que palavras pôr no perfil, a apresentação pública do autor pelo actor: este que representa nu no - acto de escrita. Há sempre um desdobramento, um velar, um desvelar, uma descoberta da realidade ou, de diversos modos, por diversos motivos, começando pelo mais evidente, ao escrever à mão estamos a - manipular a escrita. Primeiro comecemos pelo acaso que nem esse deve ter sido por acaso, chamo-me Coimbra e nasci em Coimbra. É um dado de família, a família Coimbra nasceu na geração do meu pai. Não conheci o meu avô, nem a avó paterna, para perguntar... porquê? A vida é cheia de perguntas, construída por nós, é feita delas e de afirmações. A estas irei procurar o meu perfil, como o fazer? «Sou heterónimo dum heterónimo que criei, Assim Mesmo. O “programa poético” do meu heterónimo é quase igual ao meu: ser aquilo que se escreve, ser através da escrita. (ver terceira carta de - 20 de Março 2005)» A diferença básica é que eu existo para cá ou para além da escrita, ele existe na escrita. Ora, como ele existe onde acho deve existir quem escreve, é a ele que tenho tentado desenvolver (envolver procurando tirar do envolvimento: esta coisa estranha que é ter e tecer a consciência). A necessidade desta carta surgiu pois dum questionar a realidade, se tenho um heterónimo ele também sou eu e vice-versa. Achei que devia ter esta explicação/ aplicação sobre quem sou e o que escrevo, cá a deixo. As palavras que pus entre aspas, são as que sendo desta carta já foram pensadas para ser do perfil. Ainda para o perfil, vou acrescentar uma foto (último fato deste Ato ou último facto deste Acto; o Assim é brasileiro..., como Deus, adeus!).
Post Script: dizer os blogs do Assim: Poemas Nus - http://poemas-nus.blogspot.com/ Não foi o primeiro dos blogs, mas é o que tem tido maior continuidade. Há mais, é procurar a partir deste.

http://recantodasletras.uol.com.br/cartas/7129 + 2 Diana Goncalves, gislene amaral coimbra ca

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da realidade ao real, (o) areal...

entre (o) ir e (o) ficar, fica (o) sonho: (o) desejar! (grãos dum artigo definido indefinido...)

http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/6827 + 1 Perereca

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Tentando variar,

hoje deixo frase:
Assim, de repente, “não mais que de repente”, tenho idade para já não ser jovem e idade para não ser velho: da vida não me farto, não sou trapo...

http://recantodasletras.uol.com.br/frases/6732

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Aproximação

Dou a esta história o título do poema a partir do qual me conto aqui, com tanta transparência e falta de enredo que até tenho algum medo de poder desinteressar quem lê. Tanto se diz sobre a autenticidade dos poemas, fica sempre a suspeita sobre a realidade deles. Ora, "fantasiar" a realidade do poema, serve-me perfeitamente. Acho que escrevi o poema, ou será este conto?, para ilustrar as possibilidades da nossa Língua. A qual devemos tratar bem, conhecer "na ponta da língua" e não ficar por aí... introduzir todo o corpo, até aos neologismos! Incluídos bem, também bem vindos. Antes de receber o poema houve uma musa, ouve leitor... parece ainda agora uma Cibele. "Si, bela"... quiçá exótica e distante!... Um ser mítico, um desejo erótico? Ouço-a chamar por mim, mas depois do poema... só sinto... absinto! Imagens potencializadas, oníricas chamadas... Não! Longe, poder pensar: chamada telefónica... Antes, a voz desenhada e lida de palavras escritas: belas como ela, elas a Bela!... Eu, Zeus, no Zénite deste... desejo. Vou agora chegar a meio da história, curta, serve breve, para nela ser fácil verter (ver e ter) o "sonho" que vim tratar: ter i dar/ retirada - a poesia no poema!
Isso, os teus cabelos crescem pendendo, como estás tendo uma cortina luxuriante cobrindo o rosto olhando em baixo... Todo o teu corpo ficou para estar, ouvindo esta aproximação... Que ainda não diz o que... direi (uma vez em decúbito dorsal abro teus lábios com os dedos e te beijo com a língua...)
Saboreie de novo o nome, o título, a imagem... Agora só me falta escrever dos versos que leu, dá-los a ser... Desejo, disse eu. Na realidade, atravessado por ele, sou agora apenas esteta em hedonista meditação! Talvez o conto não devesse ter começado, já que agora não me apetece acabá-lo e, muito menos, dar-lhe fim. Falarei do poema e direi tê-lo escrito tendo de facto uma foto? Para além do texto!?... Como continuar uma história com um "sonho" deixado entregue aos fados do poema, à crença de quem quer/quero procure uma Fé: a Poesia do poema. Leitor/a, gostaria de saber como sentiu o poema: ele poema, falou consigo? Se consigo isso, o conto pode tudo dizer e até... ser excessivo, mas fico feliz. Na primeira quintilha falava-te muito baixo e fui-te rodeando, a acariciar as tuas costas. Na quadra descrevi sem completar a descrição, continuei acariciando... Só no terceto, já num parênteses, fechei tudo (na história)... Tinha de acabar o conto, a pensar em ti. http://vertoblogando.blogspot.com/2005/04/mapa-1.html

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15 de Março de 2005

Caro/a Leitor/a, Uma escrivaninha é um presente inestimável, a quem usa caderno ou num computador digita palavras pouco se organizando nos seus textos (dispersos)... Virei então aqui falar de versos, ou de diversos modos..., registar uma organização quase sempre em falta! São muitos e variados os tópicos: Artigos, Cartas, Contos, Contos eróticos, Cordel, Crônicas, Discursos, Ensaios, Frases, Humor, Mensagens, Pensamentos, Poesias, Redações, Resenhas, Romances, Roteiros, Textos Jurídicos, Trabalhos Acadêmicos, Trabalhos escolares. Respeitei a norma ortográfica brasileira, a minha usual será a portuguesa de Portugal donde escrevo: dum arquipélago maravilhoso - Açores, bem próximo de mediar distâncias entre continentes, no Oceano Atlântico. Hoje escrevi um poema erótico, adjectivo que aparece nos contos... Para aí irei. Procurando a singularidade desta relação dirijo-me ao leitor, tirando todo o partido da pluralidade. Esta é uma escrivaninha toda especial, até diz se nos visitam... Abraços. Francisco

http://recantodasletras.uol.com.br/cartas/6682 + 1 Gaivota

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14 de Março de 2005, Ponta Delgada

Ganhei... Hoje uma escrivaninha no Recanto das Letras! Vim cá ler, heis-me a escrever... com ideia de dar continuidade às visitas a este Recanto. Escrever o quê? Chamei a isto uma carta, uma conversa. Preconceitos, ideias feitas, todos temos. Podemos tentar não ser movidos por eles e/ou elas, mas como não? Pelo uso da razão!?... Uma dose de ironia, é sempre boa companhia... A ideia de vir aqui encontrar pessoas que escrevem e entre si se lêem é o meu “preconceito” inicial, é capaz de não ser bem realidade. Pela minha parte, tentarei, de algum modo dar realidade a esta ideia... esquecer o preconceito. Como? Essa será a minha próxima carta, a um “leitor ideal”... Abraço, Francisco P.S. Meu primeiro texto aqui no Recanto foi “estar”, uma poesia, depois de anotar comentário: «Rendo-me à simplicidade como falas de ti, sente que estou a comemorar o Dia da Poesia dando Parabéns! a uma poetisa.», fica a comemoração di_vulga_da!

1

estar

Estou porque encontrei alguém de quem gostei Escrevo para ela agora Espero...
Francisco Coimbra
Publicado no Recanto das Letras em 14/03/2005 http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/6510 + 2 Diana Gonçalves e Victoria Magna

quinta-feira, 7 de junho de 2007

comentários feitos - última página

Memória e sentimentos, são os dois membros da equação... Obrigadão, já publiquei duplix. Bjs Enviado em 06/06/2007 22:38 para o texto: Nunca te esqueci(T443608) - Elliana Alves A tua escrita é muito pessoal e essa qualidade marca uma presença e musicalidade muito própria nas tuas palavras, sendo que a precisão do que quero dizer ainda devia ser mais precisa e certeira se houvesse maneira de entender a musicalidade como uma qualidade não meramente inerente à melodia e ritmo, algo mais completo e abrangente. Enviado em 06/06/2007 17:55 para o texto: Tempo(T516008) - goretidias Vim só para um carinho e beijo :) Enviado em 06/06/2007 05:44 para o texto: 45 - NÃO PENSE(T451827) - Luiza Porto CORES/ SEUS SABORES Quero dormir um sonho azul/ enfeitam sonhos e acordar/ dão-me vida no rosa de sua boca./ beijos! Enviado em 06/06/2007 05:42 para o texto: 46 - CORES(T505562) - Luiza Porto Você/ e eu... Quando encontrei o sentido da palavra saudade/ conheci-te Encontrei você como a única célula que excluía/ fiquei a solidão./ fui!... Enviado em 06/06/2007 05:07 para o texto: Você(T511808) - Elliana Alves Querida Eliana, publiquei um poetrix e lembrei-me de te vir visitar! Bjs Enviado em 06/06/2007 05:06 para o texto: Você(T511808) - Elliana Alves Saudades/...de você/ eu sou olhar que aquece / enlouquece./ ter nu beijo que arrepia / provoca loucuras/ a ternura imenso desejo/ de amar você./ com desejo!... Enviado em 06/06/2007 05:01 para o texto: Saudades//...de você(T402041) - JR Cruz Envoltos no Amor/ os dizeres nos lábios beijos/ são como seres segredos de uma noite/ que ser és de sonhos e quimeras/ e somos Enviado em 06/06/2007 04:57 para o texto: Envoltos no Amor(T462325) - JR Cruz Caro JR, publiquei um poetrix e lembrei-me de te vir visitar, vejo-te a navegar por outras águas? Abraços!! Enviado em 06/06/2007 04:54 para o texto: Frio(T469959) - JR Cruz Os pêsames e um abraço atlâ^^^ntico! Enviado em 05/06/2007 18:30 para o texto: Dia 29.05.07(T505242) - Cármen Neves

desnudar a intimidade

O desnudar da intimidade mostra a resposta física, espiritualiza o corpo? Torna-o espiritual? A dúvida é a situação banal da ignorância, a certeza do que fizemos é o conhecimento da memória, conclusão: o conhecimento é saber, a memória é a certeza que temos, o que é (o) desnudar a intimidade?

comentários recebidos - última página

Se calhar, tens mesmo razão! Bj
Enviado por goretidias em 06/06/2007 12:08 para o texto: até acho... (T515622)
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até acho...//tudo é real// como poesia //e alegria// até acho //não tenho dúvidas que//será em JUNHO 2007 ...rsrsss...Em breve publicarei a sua duplix,amo a sua companhia,obrigado e bjsss meu poeta amigo.
Enviado por Elliana Alves em 06/06/2007 10:26 para o texto: até acho... (T515622) Ver texto
...até acho que você tem parte de Midas, numa nota só consegues música.Gostei Francisco.Bjs.Malu
Enviado por Malubarni em 06/06/2007 10:01 para o texto: até acho (T515622)
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oi Coimbra, abrindo suas janelas, atravessando suas portas cheguei aqui! é uma delícia passear no teu recanto onde as palavras brotam em verso e prosa! beijos amigo
Enviado por Cristina Nunes em 06/06/2007 01:09 para o texto: PARÁBOLA (T497413)
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Assim nos tornamos, Vida! Beijos e sensacional! Carinhos meus... Luli
Enviado por LuliCoutinho em 06/06/2007 00:18 para o texto: vida á vida (T515045)
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Não só sinto como vibro, meu poeta! Amei e tenha uma linda noite! Beijos... Luli
Enviado por LuliCoutinho em 06/06/2007 00:16 para o texto: o poema está na leitura (T513463)
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ola meu doce amigo, faz tempo que não comento, mas aqui estou, me desculpe, mas apenas falta de tempo... eu senti.... beijos doces
Enviado por Luiza Porto em 05/06/2007 23:47 para o texto: o poema está na leitura (T513463)
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Tudo isso para juntos produzirmos o fogo fátuo. Num átimo. Bravo!
Enviado por Raferty em 05/06/2007 22:18 para o texto: vida á vida (T515045)
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A vida nos devora e nos coordena, em troca nos fartamos dela.Beijos Ledalge.Obs: publique os seus duplix.Obrigada pela gentileza.
Enviado por Ledalge em 05/06/2007 18:46 para o texto: vida á vida (T515045)
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Perfeito, poeta! Deu-me a impressão que a vida, com sua avidez, vai nos dando sabedoria, sensibilidade,boas atitudes... saber recebê-la, ser sensatos e fazer bom uso... Abraços da Sunny
Enviado por Sunny SL em 05/06/2007 18:44 para o texto: vida á vida (T515045)
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terça-feira, 5 de junho de 2007

nota diarística

São 17 as publicações incluidas na última página do índice geral, correspondendo esta à página com as primeiras publicações recantuais. Fazendo contas de cabeça, a última página é a vigésima terceira e cada página tem 30 textos públicados (excepto a última ainda incompleta), o que perfaz: 22 x 30 + 17 = 676 publicações!