quinta-feira, 28 de junho de 2007

o conto que...1

o conto que não (se) quer calar
Todas as histórias têm um “se”, a minha história é mesmo o se...
Vamos lá nós a saber como se conta uma história? Vamos, como? Contando, caminhando...
Ery, estou aqui comovido, 3:30hs da madrugada. Chove lá fora, aqui dentro a música embala o teclar contínuo. Solidão, coração apertado, um quê de tristeza sem explicação ou motivo. Mas não estou infeliz não. Apenas um momento, daqui há pouco a casa acorda, vou subir a serra e tudo se ajeitará, eu sei. Acompanho o jovem Juliano, já meu amigo por vê-lo aqui e alí nos mais diversos cantos. Não simpatizo com a loirinha, implicância minha, claro. Mas a solidariedade masculina me faz me aproximar do rapaz, bater em seu ombro e dizer que é assim mesmo, a vida é essa, não há o que temer.Gostei muito do caminho que vc usou para contar a história. Um cartório, papelada, processos. Inveja, intrigas pequenas de ambiente burocrático. Uma chefe exigente, gostosa e implacável. Mereceu o olhar guloso que Juliano lhe tascou nos seios fartos. Música perfeita para um texto cuidadoso, sensível e competente.Superou as expectativas(e olhe que eu estava bem curioso como vc contaria essa história, hein?)Grande abraço, piáps: é uma felicidade muito grande para mim partilhar de tua amizade.valter ferraz Homepage 06.28.07 - 5:03 am #
Quem é o Ery? Descobri o Ery e o comentário:
Com toda a calma do mundo, deste e do outro para onde vamos quando já não vamos a lado nenhum, fisicamente falando. Não siga já o link, deixe a ligação anterior para depois da próxima. Em relação à anterior, vou colorir a vermelho os personagens a azul o cenário.
Os links o mostrarão, esta é uma história de narradores fazendo um jogo narrativo.
Usemos da calma, vou dizer haver mais de um link. Já aqui volto, aqui não voltando, será o capítulo 2 de o conto que... se vai transformar em romance?
Como esta é uma história multimédia, sigam agora: http://www.musicovery.com/
Se quiserem ouvir a mesma música com que vou fazer este intervalo, escolham “soundtrack” logo abaixo de “classical”. Estou a ouvir “Choro” de António Carlos Jobim, música calma c(OM)alma.

1 comentário:

valter ferraz disse...

Francisco,
acabo de tomar conhecimento através do Ery que tinhas postado sobre o meu comentário por lá.
Fiquei à princípio assustado com a repercussão de uma idéia que julgava não ter lá tanta importância. Um conto lá no Milton me despertou a vontade de continuar a história. Fiz o texto, publiqueri no perplexoinside e só depois comuniquei ao Milton. Fiquei"torcendo" para que ele não se aborrecesse com a ousadia. Generosamente ele aquieceu e eu me tranquilizei.
Aos poucos mais amigos foram se achegando. O número de participantes aumentou. De início pensei num calendário. Sairia sempre às segunda-feiras, cada um iria colocando sua versão, uma continuação da história que o Milton criou. Ao final teríamos aí uma história com suas oito ou nove versões, uma continuidade talvez.
Mas a coisa saiu do controle como sempre acontece quando lidamos com a palavra. Elas ganharam vida própria, rolaram a ladeira, não pude apanhá-las. Deixei de lado o calendário, as regras iniciais e fiquei na arquibancada. O máximo que fiz foi comentar em todos os blogs que se propuseram a contar a história.
Fico muito agradecido por você também ter entrado nessa ciranda.
Ainda aguardo o desenrolar pois faltam alguns amigos que se candidataram a fazê-lo.
Creio que ainda teremos novidades.
DEesde já estás no meu rol de novos amigos.
Fique com o meu
Forte abraço

ps: a escolha da música do maestro Antonio não poderia ser mais acertado. O mais ilustre dos brasileiros, o Jobim.